Deputados participam das agendas da ministra Macaé Evaristo em Florianópolis
A titular da pasta compareceu a uma série de compromissos voltados à defesa e promoção dos direitos humanos

Deputados recepcionam ministra Macaé Evaristo em Florianópolis
A deputada Luciane Carminatti e o deputado Fabiano da Luz recepcionaram e participaram das agendas da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, na terça-feira (12) em Florianópolis (SC).
A titular da pasta compareceu a uma série de compromissos voltados à defesa e promoção dos direitos humanos. Além de agenda na Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina, participou de agendas institucionais na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Recebeu do Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para a População em Situação de Rua (CIAMP-Rua Nacional), vinculado à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (SNDH) do MDHC, a Carta de Santa Catarina.
O documento, fruto da missão realizada no estado entre os dias 1º e 3 de julho, que teve como foco a escuta qualificada da população em situação de rua, reúne diagnósticos e recomendações voltadas às áreas de saúde, assistência social, habitação, trabalho e geração de renda, ressaltando a importância de ações integradas para assegurar direitos.
A ministra Macaé Evaristo reforçou a importância de políticas públicas efetivas e humanizadas para essa população. “Nós temos, no âmbito do Ministério, a Agenda Ruas Visíveis. O crescimento da população em situação de rua se deu especialmente em função da pandemia, mas isso segue por diferentes motivos”, explicou.
Na UFSC, participou de uma programação especial que incluiu o 1º Seminário Estadual Mulheres na Gestão das Instituições Públicas de Ensino Superior de Santa Catarina, recepção da Reitoria da UFSC e instituições organizadoras — Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Instituto Federal Catarinense (IFC), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) —, além de um encontro com representantes de movimentos sociais catarinenses.
“Somos contrários a qualquer ação violenta, higienista ou preconceituosa contra essa população. Atuamos na perspectiva da garantia de direitos, o que exige uma abordagem humanizada e o encaminhamento das pessoas às instituições de saúde. E, principalmente, atuamos com uma agenda prioritária do CIAMP-Rua e do movimento da população em situação de rua: a moradia”, enfatizou.
Ela destacou a programação voltada para mulheres na gestão. “Ocupamos um lugar que não foi pensado para nós, mulheres, pessoas negras, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, pessoas em situação de rua. Mas estamos aqui, e contra toda a intolerância, a todas as pessoas que querem dizer que nós não temos competência para estar nesses lugares: a nossa presença é pedagógica, e a nossa força e capacidade de nos organizarmos coletivamente faz frente a tudo isso”, disse.
Foto: Tatiana Nahuz/MDHC
